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ECOGRAFIA MORFOLÓGICA

Definição:

Assim como a ecografia obstétrica, o exame morfológico não utiliza radiação para formar a imagem projetada no monitor. Por via vaginal ou transabdominal aparelho emite ondas sonoras em alta frequência que chegam ao interior do útero. Os sons ecoados são convertidos em imagens, que mostram os contornos da região selecionada.

Objetivos:

Avaliar diversas estruturas (daí o nome morfológico) com a finalidade de conferir a normalidade, detectar possíveis alterações ou sinais que sugiram a possibilidade de doenças infecciosas ou genéticas. No primeiro trimestre é aconselhável que o exame seja realizado no período de 11 a 14 semanas. No segundo trimestre é aconselhável que seja realizado de 20 a 24 semanas.

Esclarecimentos:

Precisa ficar claro que o exame morfológico só serve como alerta de risco, mas não como confirmação. No primeiro trimestre tem índice de acerto de cerca de 70 %. No segundo, quando o feto já está bem desenvolvido em com os contornos mais definidos a confiabilidade chega a 80 % das alterações anatômicas fetais. Entretanto, algumas condições podem não ser identificadas por meio dessas ecografias. Além das próprias limitações técnicas inerentes a qualquer exame, isto acontece porque alguns problemas só se tornam evidentes com o desenvolvimento e crescimento fetal. A posição do feto, a quantidade de líquido amniótico e a condução da do ultrassom nos tecidos maternos (obesidade materna) também pode dificultar a visualização de algumas anomalias fetais. Não confundir este exame com a ecografia em 3D/4D. A imagem adquirida é em 2D (preto e branco), como na ecografia obstétrica.